Carnaval, a verdadeira face

Olá a todos,

Hoje falaremos sobre o carnaval. Uma data por muitos aguardada, mas também pela maioria incompreendida. E como no experimento do centésimo macaco, o ser humano segue repetindo comportamentos sem raciocionar, sem saber o siginificado daquilo que pratica. Bom, aos que sabem e ainda assim praticam porque querem, parabéns pela coragem… rs. Aos que não sabem e o fazem por ignorância, espero que esses breves esclarecimentos ajudem a ampliar a compreensão do porque esse festival pode ser extremamente desastroso em sua vida.

O Carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos séculos 600 a 520 antes da era comum. Através dessa festa, os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos Deuses pela fertilidade do solo e pela produção.

Nessa época, celebravam-se as Saturnálias, festas em homenagem ao Deus do Tempo, Saturno. Elas aconteciam nos meses de novembro e dezembro, e todos os segmentos da sociedade participavam. Dos membros da nobreza aos escravos, todos se misturavam nas ruas para as comemorações, que incluíam muita comida, bebida, música e dança, nada muito diferente do que ocorre hoje.

Nos primeiros séculos a Igreja Católica não tinha expressão dentro do mundo greco-romano. Somente no século IV, o imperador Constantino publica o Edito de Milão (313 depois da era comum), que torna o catolicismo a religião oficial do Império e proíbe a perseguição de cristãos. A partir do século IV, a Igreja cria uma estrutura mais forte e elabora um cronograma oficial para as festas litúrgicas – Natal, Quaresma e Páscoa – dentro do calendário Juliano.

Como a Igreja pautava-se nos padrões éticos e morais, não permitia uma série de excessos na Quaresma, como a realização de Bacanais e Saturnálias. Então, as pessoas passaram a aproveitar o último dia antes do início da Quaresma para fazerem tudo a que “tinham direito”. O Carnaval é realizado justamente neste período e remonta às características das festas pagãs.

Assim essas festividades pagãs foram movidas para antes do início desse período – a mesma data atual – e ganharam o nome de “carnem levare”, que em latim significa “adeus à carne”, ou seja, uma despedida dos chamados prazeres carnais, dos tais excessos que caracterizavam as Saturnálias e eram, como ainda são, reprovadas pela Igreja.

Uma festa profana de adoração ao inimigo do Criador

É importante ressaltar que antes das Saturnálias (Romanas), no Egito, no período da estação do outono, realizava-se a festa do boi Apis (animal sagrado). Escolhia-se o boi mais belo e todo branco, o qual era pintado com várias cores, hieróglifos e sinais cabalísticos (branco = pureza, então, pintar o boi significa torná-lo impuro). O boi era conduzido pelas ruas e levado até o rio Nilo, onde era afogado. Em procissão, sacerdotes, magistrados, homens, mulheres e crianças, fantasiados grotescamente, iam atrás dele (do boi) dançando, cantando em promiscuidade até seu afogamento.

Friso que na mitologia Grega, Júpiter se fez passar por um boi, seduziu a princesa Europa e a conduziu para o mar até uma praia deserta onde a possuiu. É fato que esses relatos estão entrelaçados, pois o inimigo sempre atuou no mundo de forma discreta e às vezes até imperceptível para levar as almas à perdição.

No entanto, a Saturnália iniciava-se com César e eram protegidas por Baco, o deus do vinho (daí o termo Bacanal). Nos dias de folia, tudo se invertia e ao participar dessa inversão, as pessoas representavam papéis, e fingiam ser o que não eram. Tanto que o rei da festa, o Rei Momo, era um escravo (da classe mais baixa de Roma) e podia ordenar o que quisesse durante as festividades. Durante seu reinado, era praticado, sob o seu comando, todo tipo de orgia, bebedeira e lascívia. No término das festividades, ou seja, no final do quarto dia, o rei Momo era sacrificado de forma brutal no altar de Saturno. Mas quem afinal é a entidade Momo?

Momo era o deus da irreverência, e irreverência, segundo os léxicos, é sinônimo de desrespeito, profanação, sacrilégio, ofensa, desconsideração, desculto, desveneração e relaxo.

Frisamos que Saturno (deus cultuado nas saturnálias) também é conhecido como o deus sol e isso nos retrocede bem antes da época dos reinados Romano, Grego e Egípcio, nos levando até um homem chamado Ninrode (Gênesis, 10:8 a 12).

O princípio do reino de Ninrode foi Babel. Babel nos faz lembrar da torre, derrubada por DEUS, e o surgimento de várias línguas (Gênesis, 11:1 a 9). Ninrode e seu povo decidiram levantar uma torre, no intento de tocarem o céu, para levantarem seu nome. Desejaram o mesmo que Lúcifer desejou, colocar seu nome acima do nome do único DEUS. A essência da atitude de Ninrode e seu povo é: nós somos poderosos na Terra e também seremos poderosos nos céus. Não haverá ninguém como nós.

Mas o CRIADOR (YAHUAH) destruiu todo esse intento e colocou um nome acima de todo nome, o nome de Jesus (Yahushua Hamashiach). Essa torre representa a declaração de que “nós entramos nos céus, nós dominamos os céus, nos tornamos poderosos na Terra e nos céus”.

Ninrode foi o homem que, com seu poder, deu início a uma civilização chamada Babilônia. Localizaremos em Babilônia o início de todas as profanações, todos os cultos a outros deuses. Ali, milhares de deuses eram cultuados, mas YAHUAH, o verdadeiro DEUS, não era cultuado.

Quando Ninrode morre, sua mulher, Semirames, declarou que Ninrode era o deus sol e seu filho Tamus era a reencarnação de Ninrode, ou seja, Tamus era o deus sol encarnado.

Voltando para os dias de hoje: Antes do carnaval é feita uma eleição, e é escolhido um homem, que é coroado rei, para reinar e comandar os dias da festa, que é chamado rei Momo, que nada mais é do que uma representação viva de Satanás. Pode-se afirmar que o carnaval de hoje é a mesma festa que acontecia no passado, com algumas mudanças estratégicas feitas por Satanás, já que nos dias de hoje não seria aceitável o sacrifício do representante Momo, Satanás troca essa vida (o sacrifício do rei Momo) pela vida de todos os que são brutalmente assassinados no período do carnaval.

chave-momo-salvador

Mas o pior de tudo vem agora, pois após ser coroado, essa representação da entidade maligna, Momo, Baco, Dionísio, Saturno, deus sol (Ninrode, Tamus), recebe das mãos do prefeito da Cidade ou da autoridade máxima daquela localidade, Estado ou País, as chaves “da cidade” e este ato de entrega das chaves, no mundo espiritual tem uma repercussão devastadora, pois chave na Bíblia significa poder, autoridade, domínio, ligar, desligar e abrir e fechar. Isaias 22:22, Apocalipse, 1:18, 3:7, 9:1 e 20:1. Mateus, 16:19 “Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares na terra terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra terá sido desligado nos céus”.

Assim, Satanás e sua legião de demônios literalmente passam a reinar no carnaval ao receber as chaves da cidade através de Momo e ligam espiritualmente os foliões ao inferno. Satanás é tão astuto que traz para todas as culturas e povos um modo de ser adorado, e ainda mais, faz com que ações sejam tomadas para afirmar sua posse sobre a Terra (Mt. 4:8 e 9).

Por fim, em Mateus 4:10-11 está escrito: “Então Jesus o ordenou : Retira-te, Satanás, porque está escrito: ao SENHOR, teu Deus, adorarás, e só a ELE darás culto. Com isto o deixou o diabo, e eis que vieram anjos e o serviram”.

Resumindo, carnaval é festa religiosa que se contrapõe ao cristianismo verdadeiro, porque o rei que é adorado não é Jesus e sim ‘’momo’’ o rei dos loucos, de quem não tem a mente de Cristo.

A própria Mitologia Grega relata que, por ser irreverente e profanador, Momo teria sido expulso do Olimpo (local onde os gregos acreditavam morar os Deuses da sua mitologia). Mas porque afirmar que essa entidade era cultuada em Roma se a sua origem é Grega? Momo é uma das formas de Dionísio, o deus Baco, patrono do vinho e do seu cultivo (para os Romanos), daí também se origina o termo Bacanal que significa festas orgísticas.

O período do Carnaval mundial, mas em especial o brasileiro pode ser considerado sombrio, já que alimenta o psiquismo da promiscuidade, da hiper sexualidade, dos vícios de drogas, álcool. Estimula a profanação no sentido próprio da palavra, gerando grandes ondas de alienação, futilidade, que abastecem a atmosfera extrafísica da Terra com um padrão que muitas vezes demora seis meses para ser transmutado. Esse psiquismo promove um rebaixamento no padrão moral e espiritual do país, afetando todo o planeta. No plano espiritual, as zonas umbralinas são abastecidas com fluidos perniciosos, que dão vida à maldade e tornam os homens desavisadas cobaias indefesas contra os ataques obsessivos de ordem espiritual. Em resumo, a energia do Carnaval alimenta o umbral, assim como nossos resíduos domésticos alimentam os esgotos e aterros sanitários.

Assim como nossas orações purificam os ambientes, os fluidos densos do carnaval escurecem a aura do nosso país. As festas em geral são regadas a muita bebida, drogas e promiscuidade, que contribuem para a formação de um ambiente desregrado espiritualmente, onde os fluidos mais sutis são densificados. Você pode ser uma pessoa do bem, fazer o bem, pagar suas contas, ajudar ao próximo, mas isso não faz de você um inocente. Se você se entrega a esse estilo de “viver a vida”, inegavelmente estará alimentando o psiquismo que dá força ao astral inferior.

Quantas vezes você já entrou num lugar e sentiu um mal estar súbito?

Quantas vezes era feriado para todo mundo, mas você tinha que trabalhar e parecia que estava instalado no seu ambiente de trabalho a energia da preguiça?

Quantas vezes você já percebeu uma energia mórbida no ar, justamente no dia em que morreu uma celebridade ou aconteceu alguma tragédia no mundo?

Todas essas vezes você captou a “psicosfera” ou o “holopensene”, que é o campo de energia de uma localidade formado pelo pensamento coletivo em dado momento. Assim no Natal, por exemplo, este campo vai apresentar elementos totalmente diferentes dos que ali encontramos no Carnaval.

Tudo que existe tem um campo de energia. Este campo de energia, popularmente conhecido como aura, é o que os gregos chamam de “psicossoma” e na Bíblia é citado como “campo de luz ou corpo de luz” ou ainda “corpo espiritual”, segundo Paulo de Tarso.

Cada um dos seus pensamentos e sentimentos qualificam o seu campo de energia lhe protegendo das invasões energéticas, assim como o domo terrestre é um campo de energia que protege a Terra do exterior.

Este campo de luz não pode ser visto a olho nu, mas é uma energia extrafísica, ou seja, ela extrapola o limite físico do seu corpo e se mantém como um invólucro ao seu redor.

Assim, se você se aproximar de uma pessoa, mesmo sem tocá-la, você sente se a energia dela está boa ou não.

Tem gente que só de chegar perto logo se sente a nuvem carregada, aí começamos a bocejar repetidas vezes e, eventualmente, até nos sentimos mal e sem forças.

Psicosfera ou Psiquismo: É o campo de energia de um determinado lugar ou de uma região, formado pelo conjunto de sentimentos e pensamentos das pessoas que estão ali.

Então, imagine que várias pessoas começam a pensar com medo, com tristeza ou com ansiedade numa determinada época do ano, o que vai acontecer? O local formará uma camada espessa de energia psíquica qualificada com estes sentimentos e quando você vem de outro lugar, ao entrar naquele ambiente, vai sentir a influência dessa força psíquica instalada.

Quando morre alguma celebridade ou acontece alguma desgraça que a televisão fica noticiando incansavelmente, muitas pessoas começam a comentar e isso também prejudica a energia geral.

A Energia do Carnaval: Gostaria de esclarecer que o meu objetivo aqui não é dizer o que é certo ou errado, mas estudar as leis naturais e colaborar para que mais pessoas obtenham uma melhora na sua qualidade de vida.

A questão é que nesta época muitas pessoas relatam que ficam mais cansadas, sentem preguiça de trabalhar, tem a sensação de estarem mais pesadas e isso é real, elas não sabem, mas estão envolvidas na psicosfera do carnaval.

Assim como existe um psiquismo próprio do Natal, por exemplo, período em que as pessoas tendem a ficar mais amorosas, imbuídas de um sentimento mais humanitário, no carnaval, paira uma tendência à farra enveredando para os exageros com álcool, drogas e sexo desmedido.

Nem todos aproveitam o feriado para se divertir de forma saudável ou para relaxar e espairecer então, o que acontece?

Forma-se um peso no psiquismo da Terra e se você não estiver protegido, pode ficar sob a influência desta energia, da mesma maneira como você já viu alguém mudando completamente, só porque outra pessoa entrou no ambiente.

Quem nunca entrou num saguão de aeroporto e ficou ansioso?

Quem é que nunca entrou numa igreja e ficou calmo?

Isto acontece, porque cada ambiente tem em si uma energia coletiva, é essa energia coletiva que chamamos de “psiquismo”.

Fique atento, cada ambiente tem seu campo de energia: Aguce a sua percepção ao entrar num ambiente e sinta se a energia dali está gerando em você atitudes relacionadas ao psiquismo daquele local.

Por exemplo, se você entrar numa igreja vai ter vontade de silenciar, se você entrar num banco é provável que você fique preocupado ou estressado, se você entrar numa região de praia é provável que você relaxe, cada lugar tem suas particularidades.

O ponto é que se você não percebe, pode começar a agir de acordo com o psiquismo do ambiente e não de acordo com o que você quer. Depois você vai rever situações do passado e se perguntar “Poxa, por que eu agi daquele jeito naquela situação, se eu nem queria”? Este é ponto.

Você precisa se cuidar em épocas específicas da vida para evitar de entrar no psiquismo coletivo, o qual pode fazer com que você tenha atitudes alheias à sua vontade ou, no mínimo, sentir uma super agitação, cansaço e tristeza, sem saber de onde está vindo essa energia.

Os pontos negativos do carnaval são:

A idolatria. o ser humano fazendo regressar a um primitivismo espiritual idêntico dos povos bárbaros e ignorantes da antiguidade. Culto a falsos deuses e entidades perversas.

O consumo de álcool. Durante a celebração do carnaval há um aumento bastante considerável no consumo de álcool pela população. Este, por sua vez, traz consigo inúmeros problemas sociais, como a violência familiar, a violência nas ruas, a desintegração familiar, intoxicações, acidentes de trânsito, etc.

O consumo de drogas. Também há um aumento considerável no consumo de drogas, com consequências similares às produzidas pelo consumo de álcool. Excesso cometido em sua maioria por jovens saudáveis que ali já começam a abalar sua saúde, achando que no carnaval, tudo pode, experimentam, muitos gostam e adotam hábitos de vícios por muito tempo ou pela vida.

A fornicação e o adultério. No carnaval é dado não só trânsito livre para a prática do sexo ilícito, mas também é incentivado inclusive pelas autoridades.

A proliferação de doenças venéreas. Isto é também uma consequência do ponto anterior. Já que tem muitas pessoas que se excedem no consumo de álcool/drogas, a tal ponto de não ser dono de seus atos e serem capazes de cometer os atos mais vergonhosos possíveis. Assim, não é de se surpreender que as doenças venéreas se expandam dentre a população.

Gravidez indesejada. Diversos estudos realizados em países que celebram o carnaval demonstram que nove meses depois desta celebração, aumenta consideravelmente o número de nascimentos. A gravidez indesejada é outra das terríveis consequências do adultério e da fornicação. Isto desencadeia um problema muito sério para a sociedade: as crianças de rua. Muitas destas crianças são o produto da gravidez indesejada e terminaram vivendo nas ruas, sendo vítimas de incontáveis sofrimentos.

Existe ainda a exposição energética, drenagem de energia e processos obsessivos que são aumentados nessa época do ano. Sendo assim, estando ciente da origem, do impacto e das consequências, muitas pessoas usam esse período como extravase de modo ingênuo, sem saber que pode estar levando sua própria vida ano a ano para níveis cada vez mais baixos e longe da Vontade Do Criador.

Não posso deixar de citar o famigerado desfile da escola de samba Gaviões da Fiel, de São Paulo do ano passado (2019), onde em sua comissão de frente mostrou em destaque a figura do diabo subjugando (e vencendo) Jesus que cambaleava pela avenida. Puderam todos perceber que os demônios dançavam e celebravam juntamente com os anjos, passando a distorcida mensagem que no carnaval tudo pode e até os anjos cometem seus deslizes e comemoram os prazeres da carne de modo leviano. Uma das mensagens (não tão subliminares assim né) do carnaval foi expressa nesse dia: O ataque aos valores espirituais e às Leis Do Pai. Tal bravata soou tão forte que desagradou o público e os jurados, uma verdadeira profanação aos valores cristãos de uma nação enorme como o Brasil e também para o mundo. A apresentação gerou muita polêmica e a referida escola de samba foi processada. Veja a notícia completa aqui. E um trecho do desfile nesse link.

Proteja-se. Vigie. Raciocine. Saiba expressar sua verdadeira essência. Saiba o que é essencial realmente a Você. Entenda o que este mundo está querendo fazer com Você! Tudo é uma provação, definida pelas Suas escolhas. Diversão e Celebração devem ser constantes em nossas vidas, quando feitas da maneira correta. Equilíbrio e Conhecimento são os antídotos do sofrimento, e nosso planeta já padece por demais.

Louvemos Ao Criador, Yahuah Tzevaot!

Rodrigo Kladwan

Este artigo tem várias referências da internet como o site Somos Todos Um, Luz da Serra, Ordem Rosacruz, Wikipedia, YouTube, O Estadão, Outros e meus conhecimentos prévios.

5 comentários em “Carnaval, a verdadeira face

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  1. Concordo planamente! A energia do carnaval é extremante densa. Esse momento é muito importante para nos blindarmos, principalmente se for participar de alguma festa. Arrasou no post! 👏🏻👏🏻

    Curtido por 1 pessoa

  2. Excelente este post Rodrigo,
    Abre nossos olhos para que deixemos de ser apenas espectadores da nossa vida e façamos escolhas saudáveis e conscientes!

    Curtido por 1 pessoa

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