Chefe das Mudanças Climáticas da ONU: “Devemos Fazer Todos os Esforços para Despovoar o Planeta”

Há uma pressão no sistema para ir em direção à isso, devemos fazer todo o possível

Christiana Figueres UN

Funcionários na ONU estão empurrando o conceito de que a população humana deve ser reduzida, a fim de lutar eficazmente contra as supostas mudanças climáticas.

O conceito de longa data tem sido continuamente empurrado por Christiana Figueres, a Secretária Executiva da United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCC). Em 2013, Figueres teve uma conversa com  fundador da Climate One,  Greg Dalton sobre “as taxas de fertilidade na população”, como um colaborador para as mudanças climáticas.

Os comentários são feitos a partir dos 4:20 do vídeo a seguir:

Uma questão relacionada é a taxa de fertilidade na população.” opinou  Dalton. “Muitas pessoas nos círculos de energia e ambientais não querem chegar perto disso porque isso é carregado politicamente. Não é problema deles.”, acrescentou ele.

Mas não é verdade que parar o aumento da população seria uma das maiores alavancas e impulsionando o aumento de gases de efeito estufa?“, perguntou Dalton.

Obviamente, menos pessoas exerceriam menos pressão sobre os recursos naturais“, respondeu Figueres, também observando que as estimativas sugerem que a população da Terra vai subir para nove bilhões até 2050.

Dalton então questionou se esse número poderia de alguma forma ser atrasado ou interrompido.

Então, nove bilhões é uma conclusão inevitável? Isso está assim, pronto, não há maneira de mudar isso?“, perguntou ele à Figueres.

Há uma pressão no sistema para ir em direção à isso; podemos definitivamente mudá-los, certo? Nós podemos definitivamente mudar aqueles números“, disse Figueres em resposta.

Realmente, devemos fazer todos os esforços para mudar esses números porque já estamos, hoje, excedendo a capacidade de suporte planetário do planeta.” ela também alegou.

Então, sim, devemos fazer todo o possível. Mas não podemos cair na opinião muito simplista de dizer apenas que reduzir a população nós resolvemos o problema. Não se trata de e/ou, se trata de um e/também.” disse também a funcionária da ONU.

O Climate One  é um auto denominado fórum de assuntos públicos, o qual defende a ação extrema para combater as mudanças climáticas. Ele é uma filial do Commonwealth Club of California com sede em São Francisco, essencialmente um lugar de encontro visitado regularmente por chefes de governo e de negócios corporativos.

Figueres não escapa das declarações polêmicas quando se trata de mudanças climáticas. A funcionária da ONU previamente descreveu o objetivo da UNFCC como “uma completa transformação da estrutura econômica do mundo.

Ela também tem dito repetidamente que um modelo de ditadura comunista chinesa é mais adequado do que o sistema constitucional dos EUA para combater o “aquecimento global“.

Figueres disse ao Bloomberg News no ano passado que o governo chinês (o qual continua a obrigar abortos forçados,  infanticídio e esterilização obrigatória) está “fazendo a coisa certa” quando se trata de mudanças climáticas, apesar de a China ser de longe a maior emissora de gases de efeito estufa.

Figueres observou que a divisão partidária no Congresso dos EUA é “muito prejudicial” para a aprovação de legislação relacionada ao clima, enquanto o Partido Comunista Chinês, define políticas por decreto. O presidente Obama concorda claramente uma vez que ele continua a contornar o Congresso pela  emissão de ordens executivas sobre a mudança climática.

Conforme o Infowars tem observado continuamente, há uma falha fundamental ao associar as mudanças climáticas com a superpopulação.

As populações dos países desenvolvidos estão em declínio e apenas os países do terceiro mundo estão se expandindo dramaticamente. A própria industrialização nivela as tendências da população e apesar desses modelos de população mundial rotineiramente mostrarem que a população da Terra irá se estabilizar em 9 bilhões em 2050 e lentamente diminuirá depois disso. “A população dos países mais desenvolvidos permanecerá praticamente inalterada em 1,2 bilhões até 2050,”  afirma um relatório das Nações Unidas. O apoio da ONU para as políticas de despovoamento está em contradição direta com as suas próprias conclusões.

Uma vez que um país se industrializa há uma taxa média de 1,6 criança por família, então a população do mundo ocidental esteja realmente em declínio. Essa tendência também tem sido observada em áreas da Ásia como Japão e Coreia do Sul. A ONU já declarou que a população atingirá um pico de 9 bilhões e, em seguida, começará a diminuir.

Além disso, como destaca The Economist, as taxas de fertilidade globais estão caindo.

Já que os ambientalistas radicais estão forçando para desindustrializar o mundo em face da chamada ameaça de carbono, isso vai reverter a tendência que, naturalmente, reduz a quantidade de filhos que as pessoas têm. Se os fanáticos da mudança climática forem autorizados a implementar as suas políticas, a população mundial continuará a aumentar e a superpopulação pode tornar-se um problema real – outro exemplo de como a histeria do aquecimento global está realmente prejudicando o meio ambiente a longo prazo da Terra, impedindo países superpovoados se desenvolvam e naturalmente diminuam os seus índices de natalidade.

Mesmo que você desempenhe o advogado do diabo e aceite que os seres humanos causem o aquecimento catastrófico e que haja muitos de nós, e se você pular as conotações da eugenia de políticas de controle populacional e de despovoamento, esses métodos continuam fundamentalmente  não sendo uma solução válida para a ameaça percebida da mudança climática.

A verdadeira solução seria ajudar a aumentar o nível de vida dos extremamente pobres do terceiro mundo, permitindo que esses países se industrializem, e verificar os números da população naturalmente se nivelarem naturalmente.

Em vez disso, o terceiro mundo tem visto uma duplicação dos preços dos alimentos devido as políticas de mudanças climáticas, assim como enormes áreas de terras agrícolas se voltando para o crescimento dos biocombustíveis.

A legislação anterior, como o acordo de Copenhague, permitiu que as pessoas nos países desenvolvidos emitissem duas vezes mais carbono per capita do que os países mais pobres, que não têm causado o aumento das emissões e são chamados de ameaça à nossa existência no planeta. As revelações levaram os líderes do terceiro mundo a acusar o mundo desenvolvido de  “clima de colonialismo“.

A vinculação da política ambiental com agendas de despovoamento abre a porta para a eugenia e não é nenhuma surpresa que através dessa porta vem derramando hordas de sujeira elitista apenas implorando para estar na linha de frente da política de extermínio.

Um exemplo é baseado no grupo de políticas públicas do Reino Unido, The Optimum Population Trust (OPT), que já havia  lançado iniciativas que incitam membros ricos do mundo desenvolvido a participarem de compensações de carbono que financiam programas para reduzir a população de países em desenvolvimento.

Em 2007, o grupo também  publicou um relatório  anunciando que as crianças são “ruins para o planeta e ter grandes famílias deve ser desaprovado como um delito ambiental da mesma forma como os frequentes voos de longa distância, dirigir um carro grande e não reutilizar sacos plásticos.”

O mesmo ponto de discussão tem sido reiterado repetidas vezes pelos grupos de política pública e ambientalistas, bem como os mais influentes cientistas no governo dos EUA.

Embora você possa pensar que ideias de esterilização e depopulação nunca poderiam ser aceitas pelo público, esses mesmos conceitos estão agora a sendo adotado e popularizado por alguns como o caminho certo para a humanidade.

O chefe do principal painel de mudanças climáticas da ONU está fornecendo uma plataforma, que e em alguns casos, empurra ativamente para uma política imposta por uma ditadura que persegue mães que engravidam de seu segundo filho, sequestrando-as da rua e levando-as para hospitais controlados do governo onde são drogadas e seus bebês são mortos – tudo em nome da salvação do planeta.

Fonte

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