Aquele que tiver olhos de ver, que veja!

Do Norte virão os primeiros sinais que o fim se aproxima.

Corpos em decomposição na correnteza pútrida e fétida da lama, que escorre dos picos mais altos, encharcarão o solo tornando-o improdutivo.

Os céus encher-se-ão de fogos mortais e as populações perecerão pela guerra.

As Nações mais uma vez combater-se-ão na derradeira luta pelo poder e domínio.

O "ouro negro"¹ cobiçado provocará grandes desequilíbrios ambientais e a fauna e a flora extinguir-se-ão.

Os mares tornar-se-ão rubros.

A fera da fome, da sede, da desolação, abarcarão muitos povos.

Muitos emigrarão para o Sul, onde o solo mantém-se vivo, as matas ainda verdejantes e os rios caudalosos.

Uma "nuvem ferruginosa" encobrirá a Terra e as Nações poderosas ver-se-ão empobrecidas; o povo enlouquecido.

Quando não restar pedra sobre pedra, o brilho das naves far-se-á presente e aqueles que aceitarem serão içados antes do fim.

De dentro da Terra haverá claridade, mas na sua superfície, escuridão.

O Planeta que suga arrastará multidões para o seu bojo e cumprir-se-ão as profecias.

Nem todos estão preparados para ouvir, compreender e acreditar.

Aquele que tiver olhos de ver, que veja…

 

Nostradamus, 17/05/11, GESH Vitória ES

Nota : Ouro negro = petróleo

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