Fraude Global: Esperança Global

Fraude Global: Esperança Global1

Um discurso para o International UFO Congress celebrado no Fort McDowell Resort, Scottsdale, Arizona, Sábado 26 de fevereiro de 2011 feito pelo Honorável Sr.Paul Hellyer2 P.C., ex-Ministro Canadense da Defesa Nacional e Ministro do Gabinete3 na gestão de Pierre Troudeu.

basta de manipulações e conspirações!O sistema financeiro mundial é uma fraude completa. É um colossal esquema de pirâmide4, não melhor do que aquele que Bernie Madoff usou para lograr seus amigos e vizinhos, e milhares de vezes pior se você adicionar o total de vítimas ceifadas através de incontáveis gerações.

A principal diferença entre os dois esquemas era que Madoff estava agindo fora da lei, enquanto o cartel bancário internacional persuadiu, geração após geração de monarcas, presidentes e primeiros ministros, a fim de prover-lhes a proteção legislativa para seu roubo.

O esquema de pirâmide dos bancos é alarmantemente simples. Eles emprestam o mesmo dinheiro a diversas pessoas e instituições e coletam aí os juros, de cada um. O que os bancos realmente emprestam, entretanto, é o seu crédito, e o que eles tomam de volta por este privilégio é uma dívida que deve ser reembolsada com juros.

O número de vezes que eles emprestam o mesmo dinheiro é chamado alavancagem. A prática é tão velha quanto (são) as colinas, mas, para nossos propósitos, podemos começar com os ourives da Lombard street em Londres, Inglaterra, que aceitavam depósitos para os quais estes emitiam certificados resgatáveis quando exigidos. Eles logo descobriram que poderiam emprestar mais do que tinham em seus cofres, pois somente uns poucos depositantes vinham resgatar seu ouro o prata num determinado momento.

Isto era uma fraude. Isto era ilegal. Entretanto eles continuaram longamente com isso e a fraude foi legitimada, quando o Banco da Inglaterra foi legislado para ajudar o Rei William a financiar sua guerra. Pessoas ricas contribuíram com 1.200.000£ em ouro e prata, em capital, para fundar o banco, emprestado ao governo a 8%. Para demonstrar seu apreço, o Rei autorizou o banco a impressão de 1.200.000£ em notas bancárias e seu empréstimo a altas taxas de juros. Com efeito, o banco foi autorizado a emprestar o mesmo dinheiro duas vezes – uma vez para o governo e outra para o povo.

Através dos anos, devido à avareza dos bancos e a cumplicidade dos políticos esta taxa (2/1) foi incrementada dramaticamente. Nos primeiros dias do século XX, aos bancos Estadunidenses Federalmente legislados era exigido que mantivessem 25% de reservas em ouro. Isto significava que a estes era permitido emprestar o mesmo dinheiro quatro vezes (4/1). Eu lembro quando era exigido aos bancos Canadenses que mantivessem uma reserva de dinheiro de 8%. Isto significa que a eles era permitido emprestar o mesmo dinheiro 12 vezes.

Hoje, graças à Milton Friedman e sua irracional reviravolta ao deixar de propor 100% de reservas em dinheiro para o extremo oposto, de zero reservas, e a adoção de suas idéias pelos maiores bancos centrais do mundo em 1974, a multiplicação foi aumentada dramaticamente – em alguns casos chegando à 20 para 1 ou mais. Os bancos mantêm somente dinheiro suficiente para arcar com as demandas do dia a dia, para atender aqueles poucos usuários que vem e requerem-no, e conseqüentemente a fraude é virtualmente total.

O sistema funciona deste jeito. Suponhamos que você queira emprestar 35.000$ para comprar um carro novo. Você visita seu amigável banqueiro e pede por um empréstimo. Ele ou ela vai pedir para você garantias – algumas ações, obrigações, uma segunda hipoteca da sua casa ou casebre, caso você não seja capaz de arcar com nenhuma dessas, a co-assinatura de amigo ou parente benfeitor. Quando as exigências de garantia estão satisfeitas, será pedido a você que assine um contrato pelo montante principal com uma taxa acertada de juros.

Quando a papelada está completa, e o contrato assinado, seu banqueiro fará uma entrada no computador do banco e, presto, um crédito de 35.000$ aparecerá na sua conta, o qual você pode usar para comprar um carro. O ponto importante é que, segundos antes, esse dinheiro não existia. Ele foi criado a partir do ralo ar – pode-se assim dizer.

A equação bancária é uma espécie de contabilidade de entrada dupla5 onde seu contrato se torna um registro nos livros do banco, e o novo dinheiro que foi depositado na sua conta é um endividamento. O lucro para o banco vem da diferença entre a baixa taxa de juros, se esta existir, que será paga pelo seu depósito caso você não gaste o dinheiro emprestado imediatamente e, a muito maior taxa de juros que você será obrigado a pagar pelo seu contrato – o termo técnico para isto é o “spread6”.

Em algum ponto, entretanto, você têm que pagar seu contrato e quaisquer juros devidos. E não só você, mas todos os que tiverem emprestado “dinheiro” dos bancos – incluindo os governos os quais, por acaso, são donos do direto de imprimir dinheiro, mas que, irresponsavelmente, entregaram este direito para um grupo elitista de banqueiros privados. Qualquer um não pague está com um grande problema. Indivíduos inadimplentes terão suas posses dadas como garantia desapropriadas pelo banco. Um governo que estiver em risco de inadimplência será forçado a emprestar do Fundo Monetário Internacional o qual dirá então, àquele governo, como lidar com seus problemas incluindo aí a retração dos serviços públicos e a venda de propriedades públicas (privatização) aos predadores capitalistas internacionais.
Na realidade então, os bancos transformaram o mundo numa gigante loja de penhores. Você pendura suas ações, títulos, casa, negócios, madrasta rica ou País e o(s) banco(s) te darão um empréstimo baseado no valor da garantia.

Um sistema mundial onde todo o dinheiro é criado como dívida é uma tragédia anunciada. É como um balão gigante que os bancos inflam com dívidas. O balão fica maior e maior até que a carga de dívida se torna pesada demais para carregar, e daí, é como se fosse um balão com um alfinete preso. O sistema quebra e milhares, ou algumas vezes, milhões de pessoas inocentes perdem seus empregos, casa fazendas e negócios.

Quase qualquer estudante colegial deveria ser capaz de ver que um sistema monetário baseado em criação de dívida é (algo) totalmente insano. A dívida mundial total, matematicamente, sempre tende ao infinito e não há um modo possível de pagá-la. O dinheiro real (dinheiro corrente e legal) para fazê-lo simplesmente não existe. E a economia real que depende de dinheiro para crescer, muda para marcha lenta quando o suprimento de crédito seca.

Não surpreendentemente, aconteceram 25 recessões e depressões nos Estados Unidos desde 1890. Em vários casos, incluindo na depressão de 1930 e na corrente grande recessão, as evidências indicam que a quebradeira7 foi antecipada por uns poucos envolvidos que ajudaram a disparar a catástrofe.

No despertar da grande depressão, o U.S. Senate Banking and Currency Comittee Report8 que ficou amplamente conhecido como relatório Pecora sobre práticas em bolsas de valores9, indicou que lá haviam envolvidos que se beneficiaram com a quebra (dos mercados). “Zombaria legal e uma profunda escuridão foram os robustos aliados dos banqueiros,” escreveu Pecora, em suas memórias. Alegações similares foram evidentes no incriminador documentário de Charles Ferguson “Inside Job10” relatando a quebradeira de 2007-2008. Estes relatos e outras evidências históricas provam, além de qualquer dúvida, que muito de Wall Street está podre até o miolo. Esta se tornou um gigante fardo tanto no pescoço da economia americana como da economia mundial.

O dano colateral da recente quebradeira têm sido comovente. O US Bureau of Labor11 estimou que 8.4 milhões de empregos foram perdidos, somente nos Estados Unidos. A maioria dos outros países experimentou similares perdas dramáticas. A redução da propriedade de valores ao redor do mundo foi estimada em $20 Trilhões de dólares americanos e, ainda assim, nenhum dos acusados está na cadeia. Você poderia pensar que alguém teria a decência de lançar uma ação coletiva num caso de pelo menos $10 Trilhões, contra cada indivíduo e cada organização que contribuiu para a catástrofe de alguma maneira.

É de chocar a mente que um sistema tão vulnerável à manipulação viesse a existir, em primeiro lugar. A evolução não aconteceu por acidente. Ela não foi guiada pela mítica mão invisível de Adam Smith. Pelo contrário, por mais de um século e meio ela foi engenhada pela quase invisível mão da família Rothschild e seus aliados, e desde a segunda Guerra Mundial, pela família Rockfeller. As duas dinastias combinam forças para exercer influência em diversos frontes, acolhidas pelo manto de discrição estabelecido pelo grupo de Bilderberg12.

A influência a longo prazo do cartel bancário é incalculável. Seu maior golpe foi o estabelecimento do Federal Reserve System13 nos Estados Unidos. Os grandes bancos de Nova York realmente não gostam da idéia de competição genuína, então um pequeno grupo fez uma reunião secreta no resort privativo de J.P. Morgan em Jekyll Island, na costa da Geórgia. O esquema deles, planejado por Paul M. Warburg e subseqüentemente adotado pelo congresso, é a legalização do monopólio privado do suprimento de dinheiro Estadunidense operado para o benefício de poucos sobre a guisa de proteger e promover o interesse público.

É um tributo às habilidades dos banqueiros internacionais, que foram capazes de rascunhar uma lei, revisá-la, mudar seu nome, e fazer os poucos compromissos necessários disfarçando as janelas para tê-la aprovada pelo congresso pouco antes do natal, quando bem poucos representantes deviam estar à sonhar com fadas de plumas açucaradas ao invés de exercitarem a devida diligência.

Para colocar isto às claras, o Congresso transferiu o direito soberano e constitucional de criar dinheiro para a solitária custódia de um grupo privado de banqueiros. A magnitude desta suspensão é sem precedente na História do mundo – os números estão agora nos altos Trilhões14.

Logo depois que a Lei foi aprovada a magnitude da tragédia começou a ser reconhecida. William Jennings Brian, que colocou na pauta o tema em nome do partido Democrata, disse mais tarde: “Na minha longa carreira política, a coisa que eu genuinamente me arrependo foi a minha parte em conseguir que a legislação bancária e de moeda corrente (Federal Reserve Act de 1913) fosse promulgada na Lei.” O Presidente Woodrow Wilson, apenas três anos após a aprovação da Lei escreveu: “Uma grande nação é controlada pelo seu sistema de crédito. Nosso sistema de crédito é concentrado (no Federal Reserve System). O crescimento da nação, então, e todas as nossas atividades estão na mão de poucos homens… Nós nos tornamos uma das piores regulamentadas, um dos mais completamente controlados e dominados governos no mundo civilizado.” Mas o projeto de lei não foi revogado; quase 100 anos depois a liquidação ainda é a Lei. Isto te faz pensar sobre o quê os representantes do povo têm feito para merecer seus salários.

As pessoas encarregadas do engodo original eram de uma visão de muito longo prazo. Eles perceberam que quando governos futuros teriam de emprestar deles, estes precisariam de um fluxo constante de capital entrando para pagar os juros dos acordos. Então eles persuadiram o governo a introduzir o imposto de renda, primeiramente como uma medida temporária, depois permanente, aí então seria possível cumprir com as obrigações devidas aos credores. No ano fiscal de 2005 o imposto de renda sobre a pessoa física nos Estados Unidos totalizou $927 Bilhões de dólares. Deste montante, $352 Bilhões, ou 38% foi tomado apenas para pagar os juros da dívida federal. A quantia deve ser muito maior atualmente.

Os banksters15, como são freqüentemente chamados, daí decidiram que uma imprensa independente poderia flagrar a fraude. Oscar Callaway é citado nos registros do congresso em nove de fevereiro de 1917 como segue: “Em março de 1915, os interesses de J.P. Morgan, do aço, da indústria naval, os interesses da pólvora e suas organizações subsidiárias, juntaram 12 homens do alto da mídia impressa, e empregaram os para que escolhessem os mais influentes jornais nos Estados Unidos e um suficiente número destes para controlar, de maneira geral, as posições da imprensa nos Estados Unidos16… Eles descobriram que era apenas necessário comprar o controle de 25 dos maiores jornais. Os 25 jornais aceitaram; emissários foram mandados para comprar a posição, nacional e internacional, destes jornais; (…) um editor foi fornecido para cada jornal para apropriadamente supervisionar e editar as informações sobre preparação, militarismo, políticas financeiras e outras coisas de natureza nacional e internacional, consideradas vitais aos interesses dos compradores [e para suprimir] tudo em oposição aos desejos dos interesses servidos.

Já foi sugerido que o grupo de Bilderberg pode ter se aproveitado do precedente (midiático) de Morgan para proteger seus interesses desde o fim do século XX e no início do século XXI. Isto é impossível de provar, pois seus membros juraram segredo, e a imprensa não reporta suas reuniões. Seria uma mera coincidência o fato de que o sistema monetário, o lado negativo da globalização e o acobertamento através das décadas da presença e tecnologia extraterrestre (especialmente as fontes de energia limpa que poderiam impactar o valor dos estoques de petróleo), sejam os três assuntos mais diretamente benéficos ao interesse dos banksters, e sejam também os três assuntos evitados como a praga pela grande mídia.

Eu não quero ir fundo ao ponto de dizer que os indivíduos atrás do sistema bancário internacional são indivíduos maus por pensarem de maneira privada. Mas Sir Josiah, o futuro Barão de Stamp, ex-Diretor do Banco da Inglaterra, nos deu uma rara fotografia da realidade: “Banking (o trabalho do banqueiro) foi concebido na iniqüidade e nascido no pecado. Os banqueiros são donos da Terra. Tire ela deles, mas deixe-lhes o poder para criar dinheiro e, com o movimento de uma caneta, eles criarão dinheiro suficiente para comprá-la de volta. Entretanto, tire-lhes este poder e todas as grandes fortunas como a minha irão desaparecer, e elas devem desaparecer, para que este seja um melhor e mais feliz mundo para se viver. Mas se vocês desejam permanecerem escravos dos banqueiros, e pagar o custo da sua própria escravidão, deixem-lhes continuarem a criar dinheiro.”

Na última quebradeira de 2007-2008, o FED atuou rapidamente para impedir que o esquema de pirâmide caísse completamente. Este imprimiu Trilhões de dólares para resgatar os bancos e umas poucas indústrias que estavam altamente endividadas com os bancos. Mas o quê fez o FED para os pagadores de impostos, cujo dinheiro estava tão loucamente diluído para salvar os bancos? Nada! Foram deixados para defenderem-se por si próprios. Milhões de pessoas perderam seus empregos, suas fazendas, suas esperanças e sua dignidade como resultado de circunstâncias além de seu controle. Os pagadores de impostos resgataram os bancos, mas não receberam nada em troca.

O mesmo é verdadeiro para os outros governos que tão rapidamente recorreram ao resgate. Como um resultado da quebradeira suas receitas foram diminuídas e estes foram forçados a incorrer ou aumentar seus déficits, assim como cortar seus serviços essenciais. O FED finge ajudar a estimular a economia ao reduzir a taxa de juros para perto de zero. Seria um exercício interessante tentar descobrir o quê aconteceu com todo esse dinheiro barato. Seria um bom tema pra atenção do congresso. Quanto disso os bancos usaram para comprar bens domésticos e estrangeiros a preço de liquidação? Foi algum deste, usado por instituições financeiras para tentar monopolizar o mercado mundial de alimentos e subir seus preços num momento em que milhões passam fome?

Certamente alguns pagadores de impostos aproveitaram-se das baixas taxas de juros disponíveis, mas foram eles avisados do velho truque da isca que se transforma17? Qualquer um que adquirir bens com dinheiro barato corre o risco de perder suas propriedades quando, finalmente, o FED aumentar suas taxas. É tudo parte do crescimento e destruição circular inerente ao nosso infinitamente estúpido sistema monetário.

A Profissão de economista.

O quê isso tudo tem a dizer sobre a profissão de economista? O que isso realmente nos diz não é digno de ser impresso. Alguém disse que se você colocar 20 economistas numa sala você terá 21 opiniões. Esta não é minha experiência. Se você colocar 20 economistas juntos é provável que eles lhe dêem uma resposta padrão, ou no máximo duas. E se lá houver um dissidente, ele ou ela provavelmente será afogado pelos outros 19 chiando feito um bando de papagaios, as palavras memorizadas que lhe foram ensinadas por seus professores.

Eu testemunhei essa mentalidade de rebanho em primeira mão. Quando fui eleito pela primeira vez para o Parlamento em 1949, havia apenas um punhado de Keynesianos em Ottawa. Vinte anos depois, praticamente todo mundo era Keynesiano inclusive, (pelo que) me disseram, Richard Nixon. Naquele tempo havia poucos monetaristas por perto. Mas eles se espalharam como cogumelos e logo dominaram a paisagem econômica. Chegou ao ponto em que Keynes era um anátema, e era impossível conseguir uma posição de livre-docência em economia, a não ser que você fosse parte da revolução monetarista de Milton Friedman. Aparentemente foi pouca, se alguma, a atenção dada à possibilidade de que nem Keynes ou Friedman estivessem corretos. O último estava um pouco mais perto da realidade que o primeiro, mas ambas as teorias fundavam-se nas pedras de uma verdade inescapável. Ambas assumiam que o sistema econômico é auto corrigido, ainda que mais de dois séculos de experiência mostrem que não o é! Alguém tem que estar no timão, encarregado de desviar dos recifes e pedras do desastre econômico, e esta pessoa têm que ser alguém que responda às pessoas e não aos especulares que só servem a si mesmos.

Aquecimento Global.

Enquanto a reforma bancária é o tema mais urgente que o mundo encara hoje, é o aquecimento global que possui iguais, ou até maiores conseqüências à longo prazo. É uma fraude total fingirmos que temos trinta, quarenta, ou cinqüenta anos para reduzir a emissão de gases do efeito estufa. Há cientistas reputáveis que pensam que já podemos ter passado do ponto sem volta. Mesmo se isso não for verdade, não podemos voltar o relógio; podemos apenas influenciar o presente e o futuro. Cada uma das três décadas passadas foi a mais quente até então registrada, de acordo com um relatório publicado em Julho de 2010 pela U.S. National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA)18. O relatório juntou informações sobre dez indicadores de mudanças climáticas, medidos por 160 grupos de pesquisa em 18 países.

As informações mostram os níveis dos mares subindo; a cobertura de neve do Ártico derrete mais cedo; a temperatura média do ar tem subido; a temperatura da superfície dos oceanos também tem subido; por 19 anos as geleiras têm perdido massa; a temperatura do ar sobre a terra tem subido – uma tendência global.

Tudo isso expõe a mentira na propaganda da indústria petrolífera que visa levantar dúvidas sobre a confiabilidade dos dados científicos. Aproveitado do conhecimento da indústria do tabaco, que gerenciou a criação de dúvidas sobre a segurança de seus produtos, anos após eles conhecerem os fatos; a indústria petroleira tem tentado manejar as dúvidas sobre a urgência na necessidade da substituição dos combustíveis fósseis por energias limpas, com considerável sucesso. No caso deles, entretanto, as apostas são mais altas. É uma tragédia que tantas pessoas tenham perdido suas vidas devido à falta de informações consistentes sobre as conseqüências do fumo. No caso do aquecimento global, entretanto, muito mais pessoas terão suas vidas colocadas em risco.

Ainda assim, o cartel do petróleo continua a fazer seus planos como se nada fosse mudar, como se fossemos ficar presos na fatal economia do petróleo durante décadas, até que os danos sejam irreversíveis. É muito tarde para começar novas perfurações em águas profundas. É muito tarde para novos desenvolvimentos nas areias betuminosas de Alberta. É muito tarde para novas instalações eólicas barulhentas. A transição deve começar agora e com dez anos de prazo final.

Isto é possível? Claro que é possível, mas apenas com o tipo de mobilização essencial para vencermos uma guerra pela sobrevivência! Uma desculpa para a falta de ação tem sido a falta de dinheiro devido ao déficit e endividamento governamental. Mas estes obstáculos podem ser superados em menos de um ano se os governos e legislaturas mudarem o sistema e exercerem seu soberano direito de fazer o que é fisicamente possível, financeiramente possível. Os céus sabem que há milhões de desempregados ao redor do mundo esperando para se levantarem frente ao desafio.

O maior obstáculo então, tem sido a falta de consenso sobre a forma de energia limpa a ser usada para substituir os combustíveis fósseis, e isso me traz finalmente ao assunto do dia, a presença extraterrestre e suas tecnologias.

A presença extraterrestre e suas tecnologias.

É uma fraude o governo dos Estados Unidos fingirem que não estão interessados em OVNIs19. De fato tem sido um tema do mais alto e proeminente interesse através das décadas.
Um antigo ufólogo canadense, Wilbert Smith, que foi um empregado de carreira no Ministério dos transportes, onde me tornei Ministro não muito depois de sua aposentadoria, escreveu um memorando super secreto ao controlador das comunicações (internas) datado em 21 de Novembro de 1950 pedindo permissão para organizar um grupo de estudos sobre os aspectos geomagnéticos dos sistemas de propulsão dos OVNIs.

Como parte do memorando, Smith disse ter feito discretos questionamentos através do pessoal da embaixada Canadense em Washington, onde ele obteve as seguintes informações:

(a) O assunto é o mais altamente classificado tema para o governo Estadunidense, inclusive colocando-se mais secreto que a bomba de hidrogênio.

(b) Discos voadores existem.

(c) Seu modus operandi é desconhecido, mas esforços concentrados tem sido feitos por um pequeno grupo encabeçado pelo doutor Vannevar Bush20.

(d) Todo o tema é considerado pelas autoridades dos Estados Unidos como sendo de tremenda significância.

Então, Dr. Vannevar Bush, um dos preeminentes cientistas da América, e um time especialistas que ele organizou, já estava trabalhando em engenharia reversa em 1950. (Engenharia reversa é a combinação da arte e ciência de analisar um objeto, neste caso, partes de um veículo destruído, a fim de determinar suas características para possível replicação ou adaptação).

Muitas pessoas que estão interessadas no tema OVNI usam uma das quedas em Roswell, em Julho de 1947, como ponto de partida. Recentes evidências, entretanto, confirmam que o U.S. Army Corps estava no ramo de recuperação de naves caídas antes daquilo. Paola Harris, em cinco de Julho de 2010 entrevistou dois indivíduos, Jose Padilla e Reme Baca, que tinham, respectivamente, nove e sete anos na época, e que testemunharam a queda da nave nas terras de Padilla, perto de San Antonio, New Mexico. Em seu novo livro: Exopolitics: Stargate to a New Reality21, Paola dá um relato detalhado sobre o que estes sujeitos viram quando criança, a aparência das criaturas, os pedaços da nave que eles pegaram, a limpeza feita pelos militares e uma análise aprofundada da significância do caso.

Eu tive a oportunidade de conversar com Reme Baca por telefone recentemente, e a coisa que ficou presa em minha mente foi que, quando o Sgt. Avilla veio pedir ao Sr. Padilla permissão para entrar em sua propriedade para recuperar o “objeto,” ele se referiu a este como “um balão metereológico22 experimental”. Esta foi exatamente a mesma desculpa utilizada pelo General Brigadeiro Roger Ramsey em referência ao incidente em Roswell, dois anos depois. Aparentemente aí houve uma considerável falta de imaginação por parte do exército.

Nos anos seguintes, a U.S. Air Force que se sucedeu o U.S. Army Air Corps, se tornou muito mais sofisticada em suas técnicas de contra-informação e desinformação. Estas incluem a colocação dos visitantes estelares em filmes retratados como seres sinistros que devemos temer – provavelmente sem justificação. Outro caso fascinante que Paola trouxe à minha atenção, não muito tempo atrás, foi o de Charles Hall, o físico e profissional da tecnologia da informação, que trabalhou como meteorologista aeronáutico na linha de tiro para bombardeio e artilharia da USAF em Indian Springs, Nevada, nos anos 60.

Charles trabalhou em contato próximo com os Brancos Altos23, uma espécie com a qual eu não estava previamente familiarizado. Após o período de alguns meses, ele aprendeu a perder o medo dos alienígenas que moravam, trabalhavam e brincavam na propriedade da Força Aérea.
Numa conversa de duas horas por telefone, ele me deu muitas das características dos Brancos, descreveu as naves de exploração nas quais eles viajavam, e disse que a maioria delas foi montadas nos Estados Unidos. Ainda mais, ele falou sobre a chegada da nave-mãe nas noites de lua cheia e desta movendo-se para dentro do seu hangar cortado no lado de uma montanha nas proximidades.

Eram todas coisas fascinantes e que incluíam o fato de os Brancos Altos estarem trabalhando próximo da USAF e trocando tecnologia no meio dos anos 60. Então, é muito difícil imaginar o quanto foi conseguido em 60 anos de engenharia reversa de tecnologia alienígena que era muito mais avançada que a nossa. Não há dúvidas de que uma miríade de cientistas, técnicos e muitas das mais avançadas corporações do setor aéreo e armamentista24 devem ter conseguido o que seria classificado como milagres, apenas alguns anos atrás.

É alegado que engenheiros Estadunidenses trabalhando em vastas instalações subterrâneas acabaram por construir veículos virtualmente indistinguíveis daqueles de outros planetas. Se isto é verdade, para qual propósito eles serão usados, serão usados para bons propósitos, ou para fins militares? A área do conhecimento que é mais importante para esta apresentação, entretanto é a questão das fontes exóticas de energia. Anos atrás foi reportado que tanto a energia do ponto zero25 quanto a fusão a frio26 foram desenvolvidas. Estas são fontes energéticas que poderiam facilitar a data alvo de 10 anos e não somente revolucionar o mundo para melhor, mas ajudariam também a preservar um habitat feliz para os todos os terráqueos.
No improvável caso de estas fontes se tornarem comercialmente viáveis, tudo o que todos teríamos de fazer é pedir ajuda a alguma das espécies amigáveis e eles o farão, pois estão profundamente preocupadas com nossa ingerência. No caso de nós continuarmos a tratá-los como alienígenas inimigos, e o fazermos o melhor possível para abatê-los, nós teremos que frear nosso desejo de conflito e adotar um nível aceitável de civilidade exopolítica.

Pessoas melhores.

Uma terceira mudança essencial é para nós enquanto indivíduos. Um mundo justo e pacífico não é possível se despedaçado pelo suborno, fraude e corrupção de todo tipo. A ganância reina e Mammom27 manda no mundo.

Instituições têm de mudar também. Através dos séculos, as religiões têm vendido sua alegada superioridade ou exclusividade na ponta da espada levando à morte, milhares de inocentes. As três religiões Abrahamicas, por exemplo, todas alegam ser o caminho para dentro do paraíso. Matematicamente, isso é impossível. É muito mais provável, matematicamente, que eles todos estejam errados, e que a verdade seja muito mais ampla e inclusiva.

Tanto a história antiga quanto a moderna sugerem, que não há esperança para um mundo justo e pacífico, a não ser que todas as religiões e aqueles sem religião, esqueçam suas diferenças e comecem a trabalhar juntos para construir o reino de Deus na Terra. Eu defino isto, como o mundo onde toda criança pode contar com alimento para comer, água pura para beber, roupas adequadas para vestir, um teto sobre sua cabeça, acesso à assistência médica e educação suficiente para poder decidir como ele ou ela pode melhor servir a humanidade, positivamente, com dignidade e auto-realização.

Que mundo maravilhoso seria este! Mas isto exige uma mudança de 180° nas políticas e prioridades, e um sério esforço para aplicar a Regra de Ouro que todas as religiões clamam como senda comum. A aplicação da Regra de Ouro significará um fim à construção de Impérios, e à perseguição do poder militar e de vantagens. Os Estados Unidos, por exemplo, teriam de parar de ser seu maior inimigo. A declaração de guerra ao terror foi o maior erro crasso em estratégia que eu já vi.

Em onze de setembro de 2001, seguindo o ataque ao Word Trade Center, os Estados Unidos desfrutaram da simpatia do mundo, incluindo das populações Árabes. A ameaça da al-Qaeda era limitada e bem dentro do potencial que as operações policiais e da inteligência lidam. A situação mudou dramaticamente com o lançamento da Guerra no Iraque. A boa vontade começou a evaporar da noite para o dia. Logo, invés de poucas dúzias de insurgentes, o número de jovens muçulmanos decididos a morrer por sua causa multiplicou-se aos milhares, e um grande abismo de ódio e desconfiança envolveu muito do mundo.

Os Estados Unidos tem constantemente recusado serem imparciais na disputa Israelense – Palestina, e os Israelenses enganam a si mesmos e ao mundo, quando clamam serem as vítimas. Durante muito tempo, a paz esteve ao seu alcance, se estes pudessem concordar com um justo assentamento e estabelecimento de um vibrante Estado Palestino. Mas um punhado de fundamentalistas sempre teve sucesso em romper com o processo de paz, por não estarem dispostos a aceitar a admoestação do Rabino Hillel: “Então sempre trate os outros da maneira como quer que tratem você; esta é a mensagem na Lei dos Profetas”. Enquanto isso, a paz e a estabilidade do mundo permanecem em risco.

A comunidade mundial deve adotar princípios e práticas capazes de repelir fundamentalistas de qualquer tipo, sejam estes Cristãos, Muçulmanos, Judeus, ou Econômicos. Em adição a isso, as pessoas religiosas deveriam prestar mais atenção aos seus livros sagrados. Não há nada na Bíblia que legitime uma guerra preventiva com seu bombardeio de entrada, ou o lançamento de um míssel drone visando matar uma pessoa quando existe o risco de transeuntes inocentes morrerem também. Similarmente, não há nada do Corão que justifique o bombardeio suicida que resulta em mortes aleatórias de inocentes.

Esperança Global.

Se você fica com a impressão de que o mundo está indo para o inferno numa bandeja, você me ouviu corretamente. Mas não precisa ser assim. Existem soluções, mas estes envolvem massivas mudanças nas áreas discutidas – nenhuma das quais está no horizonte político da atualidade. Há luz no fim do túnel, mas como Sir John Quinton, ex-chefe do Barclays Bank disse: “Banqueiros, quando vêem uma luz no fim do túnel geralmente vêem também, os políticos, como as pessoas que podem fazer um pouco mais de túnel”.

O que nós estamos realmente falando sobre é restaurar a democracia em Países que não apenas alegam que a possuem, mas que também se orgulham de tentar exportá-la, mesmo quando estes não se qualificam como realmente democráticos no modo que está definido no dicionário. No Webster consta: “Governo no qual o poder supremo é vestido nas pessoas e exercido por estes através de seus representantes eleitos”. Para começar, Wall Street tem sido o poder dominante nos Estados Unidos através das décadas, e ainda é. Adicione o fato de que o Comandante em Chefe das Forças Armadas, o Presidente dos Estados Unidos não possuiu as autorizações de segurança para um número de projetos controlados por tropas sob seu comando, e você terá de concluir que os Estados Unidos não é realmente uma Democracia.
O mesmo pode ser dito sobre o Canadá, o Reino Unido e a Alemanha e uma miríade de Países que são, na realidade, fantoches do sistema financeiro internacional. Em cada caso, o real interesse do cidadão que vota é subjulgado pelas demandas das finanças intenacionais.

Aí há uma triste ironia ao ler a história Estadunidense, dos dias pré revolucionários e da revolução. Historiadores geralmente atribuem a revolução à taxação do chá. Na outra mão, “[Benjamin] Franklin citou restrições relativas ao papel moeda como uma das principais razões para a alienação das províncias americanas da terra mãe [Inglaterra].” Os Estados Unidos venceram a guerra revolucionária, mas aí perderam a próxima batalha crítica quando adotaram o sistema bancário Britânico, ao invés de perseguir o modelo melhor que suas províncias estiveram experimentando.

Para os Estados Unidos agora, imporem a prática [bancária] Britânica aos países ao redor do mundo, usando o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial para intimidação, é comparável ao decreto Real que criou os Estados Unidos. Então, as cadeias financeiras da repressão têm que serem quebradas e a liberdade restaurada aos cidadãos de todo lugar. É hora de esquecer o Tea Party e endereçar-se aos assuntos criticamente importantes que os Estados Unidos e o mundo encaram hoje. Todos estes assuntos são não partidários, por definição, e merecem a atenção e ajuda de todos os genuínos patriotas, sem distinção de raça, cor, religião ou afiliação política – tanto nos Estados Unidos quanto ao redor do mundo. Nós devemos nos unir para preservar e aperfeiçoar o belo satélite que é nosso por direito de nascença.

Uma agenda para a ação.

O primeiro e mais urgente projeto é cortar as asas dos banqueiros e democratizar a função da criação de dinheiro. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve System deve ser abolido e sua alegada função de regular o suprimento de dinheiro deve ser assumida pelo Governo Federal ou por uma agência sobre seu direto controle. A mais poderosa e valiosa arma no arsenal econômico [a criação de dinheiro] deve estar disponível para os representantes do povo, que devem ser considerados responsáveis pelo seu sucesso ou fracasso.

Alguns proponentes da reforma monetária recomendam que o governo crie 100% de dinheiro novo livre de dívida, greenbacks28 ou algo equivalente. Visando uma rápida e suave transição, estou propondo que uma taxa de 34% de dinheiro [não baseado em dívida] criado pelo governo e 66% de dinheiro dos bancos [fruto da atuação do fracionamento bancário sobre o endividamento Estatal], funcionará satisfatoriamente. Aos bancos seria requerido que mantivessem 34% de reservas frente seus depósitos.

A parte importante é que o governo deve imediatamente criar as grades somas necessárias para balancear seus orçamentos e para manter suas economias rodando no máximo novamente. Estou falando sobre uma infusão de talvez, o equivalente a 10 Trilhões de US$ para começar, e mais se necessário para acelerar as economias e reduzir o desemprego ao redor do mundo, pelo menos pela metade, com a criação de milhões de novos empregos.

É provável que isso cause uma massiva inflação, como o cartel financeiro imediatamente alegará, pois esta não é uma das mais velhas e mais bem sucedidas pegadinhas deles? A resposta para esta plagiada tagarelice é um sonoro “não.” Como qualquer economista deveria saber, é a quantidade de dinheiro criada que influencia os preços, e não quem o imprime. Enquanto os governos limitarem o que os economistas chamam de “efeito multiplicador”, não haverá problema.

Certamente, o sistema presente tem sido inflacionário. Um dólar de 1950 vale hoje apenas 7,5 centavos. Um sistema monetário consensuado deveria produzir resultados melhores que estes. Então, não há motivo pelo qual o sistema bancário não deveria ser fundamentalmente reformado – de uma vez! Há outras quatro ações que penso que nós, as pessoas do mundo, deveríamos exigir de nossos políticos.

1. Uma lei tem de ser aprovada, de uma vez por todas, para proibir e impedir que todos os políticos, os candidatos a cargos políticos e os partidos políticos aceitem dinheiro de qualquer instituição financeira, assim como, tornar crime, para qualquer instituição o ato de direta ou indiretamente oferecer tal ajuda.

2. Os líderes mundiais devem adotar um plano de 10 anos para reduzir a emissão de gases do efeito estufa em 90%.

3. Isto somente será possível se os Estados Unidos desacobertarem seu conhecimento sobre a presença e tecnologia extraterrestre, e o que foi conseguido em 60 anos de engenharia reversa.

4. A ONU deve declarar 2012 o ano do perdão e reconciliação – uma nova era de cooperação e afeição e amor entre raças, tribos, religiões, nações, regiões, tanto mundial quanto intergalácticas. Nós temos tanto para aprender com nossos visitantes das estrelas em muitas áreas, incluindo medicina, produção de alimentos. Os Estados Unidos devem abdicar sua posição privilegiada no centro do “nó29”, e atuar como parte de um novo tipo de liderança ao criar o mundo melhor com o qual todos sonhamos.

Finanças internacionais Vs. As pessoas do Mundo.

Nada desta visão de um justo e pacífico mundo será possível, a não ser que o tudo-penetrante poder dos bancos internacionais seja rompido. Em 1999, eu escrevi um livro no qual eu dizia que a próxima guerra mundial seria entre os bancos e as pessoas do mundo. Tem acontecido conflitos através dos séculos e, até agora, os bancos sempre saíram por cima. Eles estão agora se aproveitando da recente quebradeira e da resultante crise do endividamento estatal para alinhar sua artilharia pesada, incluindo aí o Fundo Monetário Internacional, o Banco Mundial, o Federal Reserve System e o Bank for International Settlements para final e conclusiva batalha.

Como sempre, o objetivo do jogo é usurpar30 das pessoas do mundo, o seu direito soberano de governar seus próprios assuntos, e entrincheirar o poder dos banqueiros internacionais, sua elite aliada de industriais e seu pequeno séquito de infiltrados militares31 que dominam o mundo como se este fosse seu feudo pessoal. A palavra “injusto” é uma palavra pequena demais para descrever o que eles têm feito.

Caso qualquer cético pense que estou superestimando o caso, não leve minhas palavras em consideração. Vá para www.victoryfortheworld.net e leia alguns dos livros que podem ser usados como referência. Uma centena de páginas do “The web of debt”, por exemplo, ilustrando a história do dinheiro, provavelmente será suficiente para causar enjôo. Eu parei de lê-lo à noite, pois frequentemente me deixava tão bravo ao ponto de eu não conseguir dormir. Eu entrei na política a mais de 60 anos atrás, pois eu pensava que recessões eram bem desnecessárias. Elas eram um problema monetário com um conserto relativamente fácil. Eu fiz centenas de discursos sobre o assunto e convenci uns poucos milhares de pessoas. Mas nunca os movimentadores e agitadores. Estes foram tão preconceituosos que nem se interessaram num desbravador falando verdades sobre o poder. Então isto foi sempre um caso de Davi Vs. Golias, para usar uma analogia bíblica.

Agora, pela primeira vez, o poder para virar a mesa e atacar a jugular existe. A internet está providenciando um poder para as pessoas que estas nunca experimentaram antes. Os jovens do mundo, em concerto com seus milhares de parentes e outros que se preocupam com o estado do mundo, podem usar o poder das redes sociais para efetuar um milagre para seu próprio proveito em benefício das futuras gerações.

O valioso povo da Tunísia e do Egito mostrou o caminho ao conseguir o que se acreditava ser impossível. Nós compartilhamos a euforia deles. Ao mesmo tempo, eles e nós devemos reconhecer que isto é apenas o começo. A real liberdade será apenas possível quando eles tiverem escapado da tirania dos banqueiros internacionais, e Wall Street não seja mais capaz de manipular o preço de seu pão diário.

Um bom começo pode ser distribuir um milhão de cópias desse discurso e traduzi-lo em diversas línguas32. Daí a geração emergente pode bombardear as barricadas através de suas redes sociais. Mudança de regime não é necessária, exceto no caso dos líderes que se recusem a ver a luz. Ademais, os cidadãos preocupados do mundo devem unir-se e sacudirem as jaulas de todos os políticos federais. Digam-lhes secamente que devem vigorosamente apoiar a agenda acima ou enfrentarão uma inevitável derrota na próxima eleição. É uma mensagem simples, mas é a única que estes entendem.

Numa conferência de imprensa em 29 de Março de 2001, ao anunciar que os Estados Unidos estavam saindo do protocolo de Kyoto, o Presidente George W. Bush disse: “Um amigo é alguém que te diz a verdade.” É isto que estive fazendo hoje. Isto é uma mensagem de esperança global para cada raça, cor, religião e nacionalidade no mundo e de relações pacíficas com os visitantes de outros mundos.

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NOTAS: 

1 Traduzido do original em inglês para o Português brasileiro por: João Henrique da Silva – Cientista Social graduado pela UEM – Universidade Estadual de Maringá em 2010. Contato via: 000jhs@gmail.com – visite http://otaodojoao.blogspot.com onde tenho selecionado material sobre o tema e outros afins.
2 Vide:
http://en.wikipedia.org/wiki/Paul_Hellyer
3 Cargo equivalente ao de Vice Primeiro Ministro ou Ministro da Casa Civil.
4 N.T. no original: “Ponzi scheme” aqui substituído por “esquema de pirâmide”. Vide:
http://en.wikipedia.org/wiki/Ponzi_scheme
5 N.T.: no original: “Double entry bookkeeping” http://en.wikipedia.org/wiki/Double-entry_bookkeeping_system
6 Vide: http://en.wikipedia.org/wiki/Bid-offer_spread
7 N.T.: no original “meltdown”, significa derretimento.
8 N.T.: em português: Relatório do Comitê do Senado Estadunidense sobre Bancos e Moedas.
http://www.emporiumbooks.com.au/book/the-pecora-investigation-stock-exchange-practices-and-the-causes-of-the-1929-wall-street-crash.do
9 N.T.: no original: “Pecora Report on Practices of Stock Exchanges”.
10 Sobre o documentário “Inside Job”:
http://www.imdb.com/title/tt1645089/
11 Instituição equivalente ao Ministério do Trabalho.
12 Bildebergs: grupo elitista em reuniões conspiratórias, geralmente reúnem-se uma vez ao ano em diferentes locais do mundo.
13 Vide:
http://www.apfn.org/apfn/reserve.htm http://www.save-a-patriot.org/files/view/whofed.html e https://sendnow.acrobat.com/?i=op5-OcIOW7iwTQz-iYUZSw
14 Vide o documentário “The Money Masters” http://thepiratebay.org/torrent/3580067 ou http://video.google.com/videoplay?docid=-515319560256183936# para uma abordagem detalhada destes eventos.
15 Banqueiro + Gangster = Bankster.
16 Vide:
http://www.sourcewatch.org/index.php?title=News_Corporation
17 Vide: http://en.wikipedia.org/wiki/Bait-and-switch
18 http://www.noaa.gov/
19 http://www.fenomenum.com.br/ e http://www.disclosureproject.org
20 http://en.wikipedia.org/wiki/Vannevar_Bush
21 http://www.amazon.com/Exopolitics-Stargate-Reality-interviews-phenomena/dp/1456722204
22 http://desciclopedia.org/wiki/Bal%C3%A3o_Metereol%C3%B3gico
23 N.T.: Tall Whites, no original.
24 Vide:
http://www.youtube.com/watch?v=VzwOFCSFms4&feature=fvst e http://xenophilius.wordpress.com/2010/09/14/ben-rich-lockheed-ceo-admits-on-deathbed-et-ufo-are-real/comment-page-1/#comment-26572
25 http://www.zpenergy.com/
26 Vide: http://pt.scribd.com/doc/25456609/Frank-Znidarsic-Control-of-Natural-Forces-leading-to-Cold-Fusion-and-Anti-Gravity
27 http://en.wikipedia.org/wiki/Mammon
28 http://www.investopedia.com/terms/g/greenback.asp fala um pouco sobre o contexto, mas não se aprofunda na análise do endividamento estatal necessário para se colocar moeda no mercado corrente.
29 N.T. no original “the loop”.
30 Fazendo uma breve alavanca heurística, aqui cabe bem o conceito de alienação usado pela epistême do materialismo histórico dialético.
31 Video caso de Edgar Rothschild Fouché e seu trabalho avançado dentro da Força Aérea Estadunidense, detalhado aqui:
http://www.alienscientist.com/fouche.html
32 Traduzido do original em inglês para o Português brasileiro por: João Henrique da Silva – Cientista Social graduado pela UEM – Universidade Estadual de Maringá em 2010. Contato via: 000jhs@gmail.com – visite http://otaodojoao.blogspot.com onde tenho selecionado material sobre o tema e outros afins.

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